Bom...é uma dinâmica muito interessante a que estou fazendo. Tentando alcançar aquele método construindo pela igreja de base no Brasil e que vem trazendo grandes frutos de mudanças de consciência nas pequenas comunidades sejam elas cristãs ou de grupos organizados. Falo daquele método que traz a tona FE e Vida. É um método que a Teologia da Libertação no Brasil construiu e que surgiu como luz para que o processo de transformação social fosse integral e profundo. Penso que um processo também que coloca no centro as pessoas que fazem parte dele, e também as que não fazem parte, alvo principal de uma mudança social inclusiva.
Tenho quase 12 anos de caminhada na pastoral da juventude. Comecei como membro da conferencia santo Estevão da SSVP, depois como educador na Pastoral da Criança, paralelo à minha caminhada no grupo de jovens CEU (Cristo Estamos Unidos) da Pastoral da Juventude da Comunidade São Paulo – Paróquia São José Operário. Com a pastoral comecei como animador das equipes de liturgia, da área cultural, representante do grupo na coordenação paroquial e diocesana, por um curto espaço de tempo como coordenação paroquial da PJ, e após um tempo assessor diocesano da PJ de Valadares e representante da diocesana na coordenação regional MG/ES e na ampliada Nacional da PJ em Palmas/TO.
Nesse processo também atuei como membro da equipe de animação das CEBs aplicando cursos para as lideranças dentro da própria cidade como também das cidades da zona rural, entre 20 comunidades. Também fiz parte da Coordenaçao Diocesana de Pastoral como representante da PJ. Companheirada, gostaria que entendessem esse processo de participação como um processo de representação dos grupos que eu fazia parte, indicado sempre como parte de um grupo. A partir dessa atuação passei por cinco anos, aproximadamente, como irmão escolápio, ou como membro de uma Ordem Religiosa Catolica, que tinha como atuação a área de educação popular, direcionado a crianças e jovens, principalmente pobres. Acompanhei grupos de jovens e comunidades de BH e GV, como as comunidades do morro (favela) do querosene e em BH, dos bairros Ipê, São Marcos e Eymard. Porque estou rapidamente passando esse processo pra indicar que estou num caminho necessariamente certeiro o obvio? É que percebo que passei por processos em grupos unilaterais e grupos por afinidades também obvias e setoriais, por ser um referencia em juventude dentro da juventude católica. Tentei e comecei a expandir essa atuação me inserindo no Partido dos Trabalhadores, articulando também o coletivo de Juventude do PT, coletivos de adolescentes do programa de educação afetivo sexual, no programa agente jovem. Hoje, atuo como coordenação de políticas públicas de juventude do município de Valadares desde 2009.
Penso que esse processo ainda está em seu inicio. Porque a luta pela implementação dessa política é ainda novo e temos como grupo muita coisa a ser alcançada. O que me leva a trazer e refazer essa contextualização, é um espaço novo que também me intriga e me leva já faz quase cinco anos a retomar e a criar novos e efetivos métodos de intervenção com a juventude. Conheci por meio de um amigo de infância um grupo não muito homogêneo, mas com uma diferenciação de pensamentos que até certo ponto os uni mas que está com pano de fundo da minha analise de atuação. Tenho tomado cuidado, desde então, pois penso que as pessoas são pessoas e não meros objetivos de analises puras. O que deixo questionar é a atividade de entender a própria juventude, sua vida grupal fora dos espaços de igreja/comunidade ou de partido político. Esses adolescentes/jovens que conheci por meio de meu amigo me trouxeram vários questionamentos como militante de juventude. Penso que com amigo ou como parte desse grupo superei muitas coisas mas pude também contribuir para o processo social que cada um daqueles que se empatizaram comigo puderem oferecer. É conhecido que o trabalho com jovens se dá muito, no casa da teologia da libertação, pelas vias de trabalho coletivo, principalmente. Já em jovens que não atuam de forma não muito sincronizada e não grupal, o referenciaçao como foco de crescimento integral é mais complicado. Partindo do pressuposto da individuação exacerbada e da busca pela estabilidade economica e social, esses adolescentes/jovens tem certos pontos de analise que podem contribuir na minha e na atuação de muitos educadores sociais, tanto como professores da educação formal. Ter estratégias de atuação nesses espaços não organizados sempre foi um dificultador dos grupos “organizados” por entender que chegaríamos a eles nos organizando. Mas fica também a casual reflexão de como chegarmos a eles se eles mesmos têm o direito midiático e capitalista, atual, de não se organizarem e terem suas vidas construídas, seguindo um modelo reproduzido de busca da felicidade. Bom...refletiremos mais a frente sobre isso....axebaba modjumbá
Tenho quase 12 anos de caminhada na pastoral da juventude. Comecei como membro da conferencia santo Estevão da SSVP, depois como educador na Pastoral da Criança, paralelo à minha caminhada no grupo de jovens CEU (Cristo Estamos Unidos) da Pastoral da Juventude da Comunidade São Paulo – Paróquia São José Operário. Com a pastoral comecei como animador das equipes de liturgia, da área cultural, representante do grupo na coordenação paroquial e diocesana, por um curto espaço de tempo como coordenação paroquial da PJ, e após um tempo assessor diocesano da PJ de Valadares e representante da diocesana na coordenação regional MG/ES e na ampliada Nacional da PJ em Palmas/TO.
Nesse processo também atuei como membro da equipe de animação das CEBs aplicando cursos para as lideranças dentro da própria cidade como também das cidades da zona rural, entre 20 comunidades. Também fiz parte da Coordenaçao Diocesana de Pastoral como representante da PJ. Companheirada, gostaria que entendessem esse processo de participação como um processo de representação dos grupos que eu fazia parte, indicado sempre como parte de um grupo. A partir dessa atuação passei por cinco anos, aproximadamente, como irmão escolápio, ou como membro de uma Ordem Religiosa Catolica, que tinha como atuação a área de educação popular, direcionado a crianças e jovens, principalmente pobres. Acompanhei grupos de jovens e comunidades de BH e GV, como as comunidades do morro (favela) do querosene e em BH, dos bairros Ipê, São Marcos e Eymard. Porque estou rapidamente passando esse processo pra indicar que estou num caminho necessariamente certeiro o obvio? É que percebo que passei por processos em grupos unilaterais e grupos por afinidades também obvias e setoriais, por ser um referencia em juventude dentro da juventude católica. Tentei e comecei a expandir essa atuação me inserindo no Partido dos Trabalhadores, articulando também o coletivo de Juventude do PT, coletivos de adolescentes do programa de educação afetivo sexual, no programa agente jovem. Hoje, atuo como coordenação de políticas públicas de juventude do município de Valadares desde 2009.
Penso que esse processo ainda está em seu inicio. Porque a luta pela implementação dessa política é ainda novo e temos como grupo muita coisa a ser alcançada. O que me leva a trazer e refazer essa contextualização, é um espaço novo que também me intriga e me leva já faz quase cinco anos a retomar e a criar novos e efetivos métodos de intervenção com a juventude. Conheci por meio de um amigo de infância um grupo não muito homogêneo, mas com uma diferenciação de pensamentos que até certo ponto os uni mas que está com pano de fundo da minha analise de atuação. Tenho tomado cuidado, desde então, pois penso que as pessoas são pessoas e não meros objetivos de analises puras. O que deixo questionar é a atividade de entender a própria juventude, sua vida grupal fora dos espaços de igreja/comunidade ou de partido político. Esses adolescentes/jovens que conheci por meio de meu amigo me trouxeram vários questionamentos como militante de juventude. Penso que com amigo ou como parte desse grupo superei muitas coisas mas pude também contribuir para o processo social que cada um daqueles que se empatizaram comigo puderem oferecer. É conhecido que o trabalho com jovens se dá muito, no casa da teologia da libertação, pelas vias de trabalho coletivo, principalmente. Já em jovens que não atuam de forma não muito sincronizada e não grupal, o referenciaçao como foco de crescimento integral é mais complicado. Partindo do pressuposto da individuação exacerbada e da busca pela estabilidade economica e social, esses adolescentes/jovens tem certos pontos de analise que podem contribuir na minha e na atuação de muitos educadores sociais, tanto como professores da educação formal. Ter estratégias de atuação nesses espaços não organizados sempre foi um dificultador dos grupos “organizados” por entender que chegaríamos a eles nos organizando. Mas fica também a casual reflexão de como chegarmos a eles se eles mesmos têm o direito midiático e capitalista, atual, de não se organizarem e terem suas vidas construídas, seguindo um modelo reproduzido de busca da felicidade. Bom...refletiremos mais a frente sobre isso....axebaba modjumbá

Belíssima reflexão, um grande ponto de partida!
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